Olá! Sei que levei algum tempo sem escrever. Por que é que tal aconteceu? Aconteceu porque estive bastante ocupado com “isto“, a fazer o design e muito trabalho noutros projectos.
O trabalho é uma coisa que cansa, tanto psicologicamente como – surpreendentemente, mesmo em frente ao PC – fisicamente. Mas pronto, já comecei a ganhar o [...]
Um mês sem escrever.
Saramago – A polémica.
Não é meu costume vir aqui comentar as últimas que se passam no mundo, mas quando Saramago vem aos meios de comunicação e publica um livro acerca da Bíblia, o meu mundo para. Não pude deixar passar esta. E porquê? Porque admiro o grande acto de um grande senhor, ao demonstrar ao mundo e à igreja o quão ridículos são os ideais que na Bíblia estão escritos.
A realidade – Eels – Souljacker Part 1
Não tenho vindo escrever por poucas razões, portanto vou ser simples e directo: adoro escrever e, por isso mesmo, adoptei uma nova (bastante moderna, de facto) forma de escrita: o papel e a caneta, ou lápis – não, não foi isso; depois, o tempo, embora eu não queira, está a esgotar-se, a desaparecer. A rotina é uma coisa aborrecidíssima – a do costume: levantar, comer, tomar duche, trabalhar, chegar a casa cansadíssimo e bla bla bla;
Na praia… Na praia há movimento, há o som do mar, há o som das crianças a terem apenas mais um momento de diversão, há as brisas, há as rajadas, há felicidade, há infelicidade, há esperança na resolução de problemas, há surfistas, há bares, há bandeiras, há nadadores salvadores, há pais, há filhos, há água, [...]
A noite foi longa. Estava bom tempo e, repentinamente, virou praticamente um temporal.
Já é dia: quatro da tarde. As moscas voam, os pássaros piam de momento a momento, os carros apitam, o sol bate-me na cara, o quarto está azul e laranja, o som parece menos nítido, mas mais penetrante. Há muito movimento e o [...]
É noite. O ambiente está calmo. Não há muito ruído, excepto o quase nulo dos carros que lá foram passam. Há também o computador a funcionar, o que faz parte de uma rotina nocturna.
É possível sentir-se um pouco de uma noite verónica. O calor nos pés, nas orelhas. Tudo, tudo o que se passa dá [...]
Ainda não se fez tarde, os olhos ainda não começaram a arder, o cérebro ainda não queimou; consigo raciocionar.
Orvalha lá fora, a água percorre as telhas e as gotas caem no chão. Sinto-o, ouço-o, parece estar ao meu alcance e, de facto, está. Está calmo e algum calor, o banho – embora tarde – soube [...]





