O Halloween.
Isto é o meu desejar de um bom Halloween a todos, visto que estou doente e o mais provável neste momento é não fazer nada. Portanto, num acto de (quase) rebeldia, ah ah:
(Ah e bom Halloween, claro!)
Saramago – A polémica.
Não é meu costume vir aqui comentar as últimas que se passam no mundo, mas quando Saramago vem aos meios de comunicação e publica um livro acerca da Bíblia, o meu mundo para. Não pude deixar passar esta. E porquê? Porque admiro o grande acto de um grande senhor, ao demonstrar ao mundo e à igreja o quão ridículos são os ideais que na Bíblia estão escritos.
Se no vídeo Saramago desce a um nível baixo e ofensivo ou não, não sei, mas concordei com muito do que o senhor diz. A Bíblia é, basicamente, um livro de pura manipulação e “brincadeira” com a mente humana. Já por várias vezes me questionei sobre o que levaria às pessoas acreditarem tanto num deus. Por outras variadas vezes me questionei acerca de muito mais. Ora, questionei-me tanto que me apercebi de que a Bíblia não passa de um conto de fadas inserido num mundo de fantasia, que é a igreja. Por isso admiro Saramago e todos os outros que têm a coragem de enfrentar a igreja, de pô-la em questão e até de lhe apontar o dedo. Apreciei também as respostas às afirmações que o Nobel da Literatura fez, afirmando que aqueles eram comentários de pura ignorância. Ignorância porquê? Porque alguém grande vos desdenhou, com palavras de mestre, num livro de mestre e numa entrevista simples e directa?
Espero eu, ansiosamente, por ter dinheiro para adquirir este livro, porque tenho a certeza de que me vai entreter por uns bons tempos.
A realidade – Eels – Souljacker Part 1
Estou eu aqui no meu descanso, como quase sempre, quando me ocorro que era o dia do meu primeiro voto, o dia em que supostamente me torno um adulto com novas responsabilidades e com o direito de votar, igualmente. Isto já foi há alguns dias atrás. Apercebi-me de que seria, para sempre, adulto – oh não, o problema! – e que os “privilégios” de puto ou adolescente estavam, agora, a chegar ao seu final. Não, isto é no gozo, não me importo realmente com isso (com o facto de “já ser” adulto, portanto).
O que vim aqui escrever hoje foi: o facto de não ter vindo escrever nada e sobre a minha realidade.
Não tenho vindo escrever por poucas razões, portanto vou ser simples e directo: adoro escrever e, por isso mesmo, adoptei uma nova (bastante moderna, de facto) forma de escrita: o papel e a caneta, ou lápis – não, não foi isso; depois, o tempo, embora eu não queira, está a esgotar-se, a desaparecer. A rotina é uma coisa aborrecidíssima – a do costume: levantar, comer, tomar duche, trabalhar, chegar a casa cansadíssimo e bla bla bla; depois, são os projectos nos quais estou envolvido, pois são, de momento, 4 websites + renovação do design deste blog. Ou seja: 5 projectos. Estão todos a correr bem, principalmente porque adoro a área onde trabalho, mas estão a roubar-me muito do meu tempo disponível. Por outro lado, as minhas aptidões começam a subir – ahh, nada como a experiência de trabalho.
Daqui a umas horas, já devo disponibilizar o novo template do how about. Algumas mudanças vão surgir. É esperar para ver.
Há algo que continua sempre a fazer parte do meu dia-a-dia (fora a misteriosa doença que me tem vindo a acompanhar que, por acaso, t não é a Gripe A (H1N1): a música. Portanto vou disponibilizar, como quase sempre, a minha música de hoje:
Eels – Souljacker Part 1
[audio:Eels_Souljacker_Part1.mp3 | autostart=yes]
Não sei porquê, mas a combinar com o tempo de hoje.
PS – adorei esta notícia
O espectáculo da minha vida. Até agora.
Acabado de acordar, pelo meio-dia, levanto-me, ainda meio tonto e alguém me diz “logo à noite vamos ver (bla bla bla – parte da conversa que perdi) com as invenções do Leonardo da Vinci”. Bem, é da Vinci cá em São miguel, vamos a ver! Durante o dia – que foi longo, mesmo acordando tarde, à hora do costume -, foram-se desenvolvendo interesses e situações normais de um quotidiano, mas continuavam a lembrar-me dos planos para a noite de hoje e eu cada vez ficava mais aborrecido. Não gosto que me falem repetidamente do mesmo assunto.
Mais para o fim da tarde, decidi ver o 300. Grande filme, a propósito. Ainda não tinha visto, primeiro porque não tive dinheiro para ir vê-lo ao cinema e, segundo, não achei que fosse filme para se ver em casa. Mas agora que tenho um ecrã grande e um sistema de som jeitoso, decidi ver o filme – também para ocupar um bocado de tempo -, do que não me arrependi.
Chegando-se à hora do jantar e curioso pelo que raio seria aquilo a que iríamos assistir, jantei, obviamente. Passado um (pouco) tempo, lá fomos nós ao dito espectáculo.
As Portas do Mar são mesmo aqui perto, a 3 minutos. Chegando lá, vejo umas luzes ao fundo e um monte de pessoas à sua volta. O entusiasmo começou a subir e fiquei ansioso por lá chegar – para quem não tinha já muita paciência, estava bastante excitado. Fui andando depressa e, quando lá cheguei, deparo-me com isto e muito mais e melhor – mas de noite, o que lhe deu um ambiente muito melhor ainda:
Pipototal - o meu entretenimento de hoje à noite
Fiquei apaixonado, fascinado, colado, mesmo. Adorei, dancei, diverti-me imenso. Coisas destas já cá faziam falta. Acompanhei-os desde o início do percurso ao fim do mesmo e nunca me fartei. As animações são sempre diferentes, a música também. Eles têm um enorme sentido de humor, que me proporcionou umas boas gargalhadas. Parecia que tinha viajado a França. Parecia, até, outro mundo, ou outra época. No fim, houve uma pequena sessão de dança, onde eles fizeram brincadeiras com fogo de artifício e convidaram as pessoas para ir dançar. Convidaram-me a mim, mas recusei, atitude da qual estou muito arrependido agora.
No fim, dei-lhes os parabéns e são todos muito simpáticos. Encontrei a rapariga que me fez o convite e dei-lhe também os parabéns.
Acabou por ser uma das melhores noites da minha vida e, ao contrário de todas as outras, foi curta e acabou cedo. Espero vê-los um dia novamente, seja cá, seja em França, ou em qualquer outro sítio do mundo.
Fica aqui, também, um vídeo deles:
Um blogger digno.
Se há algo que eu gostava de ser – e não o tenho no Sobre Mim, nem em lado algum – era um blogger digno, porque é algo que me fascina.
O que é um blogger digno?
Para ser sincero, não sei muito bem, mas é algo que não sou. Acho que um blogger digno é aquele que escreve notícias acerca do dia-a-dia, que escreve todos os dias e que é carismático… Eu não sou nenhum. Ok, talvez seja um bocadão bocadinho carismático… Não, nem isso. Mas escrevo posts sobre mim e sobre a vida – só que pelos vistos não sou interessante quando os escrevo.
O blogger digno escreve posts acerca de si, do mundo à sua volta e das coisas que se passam na janela que está a – cerca de – 1 metro de distância?
Não, mas eu escrevo. O blogger digno escreve coisas que tenham piada, que façam rir. O blogger digno aceita desafios – eu não aceito -, o blogger digno tem muitos amigos no facebook - e eu nem lá tenho uma conta.
O blogger digno utiliza imagens engraçadas nos seus posts?
Sim, usa. Não usa trabalhos seus no Photoshop, coisa que eu faço.
O que se pode concluir deste post?
Hmm, que eu não sou um blogger digno – ah ah, por causa disto vou é escrever num diário acerca dos meus amores e da minha vida sexual, juntamente com desenhos que faço no dia-a-dia de flores e relvinha… e ursinhos – e que não vou deixar de escrever, porque gosto mesmo disto. O “S” do meu teclado está a desaparecer de tanto “S” que digito.



