how about…

Descobri algo novo…

… está a mexer imenso comigo. O que vos venho aqui mostrar é, a meu ver, uma das maiores – e melhores – revelações da internet para mim e acho que para muitos. É um site bastante inteligente, bastante apelativo – esteticamente e funcionalmente – e, acima de tudo, é um site que nos leva a conhecer muita música com pouco esforço. Perfeito para quem tem a preguiça e quer conhecer muita música.

É uma página onde um artista musical pode ser um artista musical, mas isto deixo-vos para lerem lá no site, pois eles têm isso tudo bem explicado – e muito melhor do que eu posso – por lá.

E o site é: http://www.thesixtyone.com/

Passem por lá que tenho a certeza de que vão gostar!

Um conselho para os artistas…

… que querem vender álbuns, ganhar dinheiro e acabar com a pirataria: gravem os vossos próprios álbuns, fora as editoras comilonas de dinheiro, registem-se em sites de música – MySpace,  já ouviram falar? , divulguem as vossas músicas e disponibilizem-nas, individualmente, a 1 euro ou mais. Vão ver como dá certo!

Sim, isto foi tudo um conselho.
 
E, embora tenha pouco a ver com o que disse, aqui vai a partilha de hoje
 

Saramago – A polémica.

Não é meu costume vir aqui comentar as últimas que se passam no mundo, mas quando Saramago vem aos meios de comunicação e publica um livro acerca da Bíblia, o meu mundo para. Não pude deixar passar esta. E porquê? Porque admiro o grande acto de um grande senhor, ao demonstrar ao mundo e à igreja o quão ridículos são os ideais que na Bíblia estão escritos.

Se no vídeo Saramago desce a um nível baixo e ofensivo ou não, não sei, mas concordei com muito do que o senhor diz. A Bíblia é, basicamente, um livro de pura manipulação e “brincadeira” com a mente humana. Já por várias vezes me questionei sobre o que levaria às pessoas acreditarem tanto num deus. Por outras variadas vezes me questionei acerca de muito mais. Ora, questionei-me tanto que me apercebi de que a Bíblia não passa de um conto de fadas inserido num mundo de fantasia, que é a igreja. Por isso admiro Saramago e todos os outros que têm a coragem de enfrentar a igreja, de pô-la em questão e até de lhe apontar o dedo. Apreciei também as respostas às afirmações que o Nobel da Literatura fez, afirmando que aqueles eram comentários de pura ignorância. Ignorância porquê? Porque alguém grande vos desdenhou, com palavras de mestre, num livro de mestre e numa entrevista simples e directa?

Espero eu, ansiosamente, por ter dinheiro para adquirir este livro, porque tenho a certeza de que me vai entreter por uns bons tempos.

A realidade – Eels – Souljacker Part 1

Estou eu aqui no meu descanso, como quase sempre, quando me ocorro que era o dia do meu primeiro voto, o dia em que supostamente me torno um adulto com novas responsabilidades e com o direito de votar, igualmente. Isto já foi há alguns dias atrás. Apercebi-me de que seria, para sempre, adulto – oh não, o problema! – e que os “privilégios” de puto ou adolescente estavam, agora, a chegar ao seu final. Não, isto é no gozo, não me importo realmente com isso (com o facto de “já ser” adulto, portanto).

O que vim aqui escrever hoje foi: o facto de não ter vindo escrever nada e sobre a minha realidade.

Não tenho vindo escrever por poucas razões, portanto vou ser simples e directo: adoro escrever e, por isso mesmo, adoptei uma nova (bastante moderna, de facto) forma de escrita: o papel e a caneta, ou lápis – não, não foi isso; depois, o tempo, embora eu não queira, está a esgotar-se, a desaparecer. A rotina é uma coisa aborrecidíssima – a do costume: levantar, comer, tomar duche, trabalhar, chegar a casa cansadíssimo e bla bla bla; depois, são os projectos nos quais estou envolvido, pois são, de momento, 4 websites + renovação do design deste blog. Ou seja: 5 projectos. Estão todos a correr bem, principalmente porque adoro a área onde trabalho, mas estão a roubar-me muito do meu tempo disponível. Por outro lado, as minhas aptidões começam a subir – ahh, nada como a experiência de trabalho.

Daqui a umas horas,  já devo disponibilizar o novo template do how about. Algumas mudanças vão surgir. É esperar para ver.

Há algo que continua sempre a fazer parte do meu dia-a-dia (fora a misteriosa doença que me tem vindo a acompanhar que, por acaso, t não é a Gripe A (H1N1): a música. Portanto vou disponibilizar, como quase sempre, a minha música de hoje:

Eels – Souljacker Part 1

[audio:Eels_Souljacker_Part1.mp3 | autostart=yes]

Não sei porquê, mas a combinar com o tempo de hoje.

PS – adorei esta notícia

O Refúgio.

É tão calmo, tão natural, tão verde. Respirar fundo é como se algo de cá de dentro saísse, algo mau, algo negativo e prejudicial. A magia da natureza deixa-me sem palavras, sem pensamentos. Lá sinto-me bem, sinto-me outro, sinto-me renovado, sinto-me bem, sinto-me protegido.

Árvores e mais árvores, um descampado enorme, caminhos enormes, labirintos, flores. Os pássaros cantam, os pássaros voam, os patos nadam, os pavões correm, os insectos cantam e voam, andam, protegem-se da chuva. É daqueles sítios que nos apetece viver ao natural, como viemos ao mundo, correr, saltar, não conversar e, simplesmente, apreciar a beleza e os sons da natureza. É místico, é único, é sempre algo novo para o ser humano. É surpreendente, até para mim, que vivo neste arquipélago.

Lá, lá não há carros, só o que eu quiser, eu é que escolho. Não há vespas, há abelhas. Não há ursos, há cavalos. Há humanos, há elfos,duendes, há variados seres – inexplicavelmente – vivos. Não há colunas, nem computadores. O som é natural, vem de todos os lados. A música existe, está na minha cabeça, não em mais algum lado. Não há maldade, não há pobreza, simplesmente protecção. O clima não é só de Verão, também há chuva e Inverno. Não há só relva, também há terra. Não há só relva e terra, também há água. Não existem casas, existem grutas.

Refugiei-me.