how about…

Um mês sem escrever.

Olá! Sei que levei algum tempo sem escrever. Por que é que tal aconteceu? Aconteceu porque estive bastante ocupado com “isto“, a fazer o design e muito trabalho noutros projectos.

O trabalho é uma coisa que cansa, tanto psicologicamente como – surpreendentemente, mesmo em frente ao PC – fisicamente. Mas pronto, já comecei a ganhar o ritmo e agora é um tal produzir. Tinha tido, há pouco tempo, uma falha na criatividade, ou seja, tudo o que criava estava a dar em merda, sem tirar nem pôr. Mas agora recuperei-a um pouquinho e as coisas já começam a melhorar.

O que é o AcoresTube e que tem isso? O AcoresTube é, bem, um portal de vídeos do género YouTube, só que com vídeos exclusivamente dedicados aos Açores. O que estive a fazer quanto a este site, foi o seu design. Foi e ainda está a ser um projecto interessante e muito produtivo para os meus lados.
Podem começar por aqui a assistir a uma grande lista de vídeos produzidos nos Açores e também por açorianos:

O “how about” e o seu primeiro ano.

Sim, é totalmente verdade: o how about já completou o seu primeiro ano! Por acaso dei por isso no dia 6 de Novembro, quando fui visitar o antigo sítio onde o blogue estava alojado onde e quando, curiosamente, o primeiro post foi escrito. Foi uma espécie de instinto ou algo assim.

O blog nasceu de uma necessidade quase incansável de escrever o meu dia-a-dia, as visões de um quotidiano como os outros, transmindo-o com os sentidos acesos ao máximo, à flor da pele. Acho que esta ideia foi bem sucedida, nos seus primeiros posts, nos seus primeiros meses. Entretanto, mudanças foram ocorrendo. Tinha de, no final do 12º ano, apresentar um projecto de final de curso, onde expusesse lá tudo o que, supostamente, tinha aprendido durante 3 anos no curso – o que foi nada, sem querer contar com a aprendizagem de iniciativa própria. Decidi, então, criar um blogue como o centro de focagem da PAT, o tão falado projecto de final de curso, ou traduzindo: Projecto de Aptidão Tecnológica. Este blogue chamar-se-ia “quotidiano“, onde o principal objectivo seria a criação de vídeos com várias filmagens do meu dia-a-dia e ir completando-os com alguns excertos de textos criados por mim no how about. Foi já depois de ter tudo pronto que me questionei – “E se eu fizesse uma fusão do how about com o quotidiano?” – e então fi-lo. Comecei a criar um design engraçadito e simples e o how about passou a ter duas caras: a de vídeo e a de texto.

Após a apresentação do projecto final de curso, o gosto pela criação de vídeo foi desaparecendo aos poucos, até que decidi deixar o vídeo de “lado”, voltando assim o texto a ser o principal e único ponto nesta iniciativa. Durante maior parte do seu tempo de vida, o blogue tem sido apenas um blogue, nada mais que isso. Continuo a apresentar o meu quotidiano, mas agora vão aparecendo outros interesses. Começo a interessar-me pela escrita de algumas situações actuais da sociedade e outras coisas que acho que devem ser partilhadas, como a música e o cinema. Mas o principal objectivo do blogue para um futuro próximo é a exposição dos meus trabalhos tanto a nível de web design, como de todos os outros no mundo da multimédia – pelos quais me interesso, obviamente. Espero, também, começar a expandir a rede afolio para outros temas e outros blogues, de modo a que todos possamos continuar a contribuir para uma boa utilização da Internet.

A nível de estatísticas, o how about tem vindo a crescer. Não muito, mas visitas únicas já são 1026 apenas neste domínio de Maio deste ano até agora, a Novembro. Já conta com 91 comentários em 31 posts. O Alexa subiu nos últimos 3 meses cerca de 6 milhões de lugares no ranking mundial de blogues, encontrando-se na 864,912ª posição e 2,379ª de Portugal. Para verem mais estatísticas, podem entrar aqui.

Saramago – A polémica.

Não é meu costume vir aqui comentar as últimas que se passam no mundo, mas quando Saramago vem aos meios de comunicação e publica um livro acerca da Bíblia, o meu mundo para. Não pude deixar passar esta. E porquê? Porque admiro o grande acto de um grande senhor, ao demonstrar ao mundo e à igreja o quão ridículos são os ideais que na Bíblia estão escritos.

Se no vídeo Saramago desce a um nível baixo e ofensivo ou não, não sei, mas concordei com muito do que o senhor diz. A Bíblia é, basicamente, um livro de pura manipulação e “brincadeira” com a mente humana. Já por várias vezes me questionei sobre o que levaria às pessoas acreditarem tanto num deus. Por outras variadas vezes me questionei acerca de muito mais. Ora, questionei-me tanto que me apercebi de que a Bíblia não passa de um conto de fadas inserido num mundo de fantasia, que é a igreja. Por isso admiro Saramago e todos os outros que têm a coragem de enfrentar a igreja, de pô-la em questão e até de lhe apontar o dedo. Apreciei também as respostas às afirmações que o Nobel da Literatura fez, afirmando que aqueles eram comentários de pura ignorância. Ignorância porquê? Porque alguém grande vos desdenhou, com palavras de mestre, num livro de mestre e numa entrevista simples e directa?

Espero eu, ansiosamente, por ter dinheiro para adquirir este livro, porque tenho a certeza de que me vai entreter por uns bons tempos.

A realidade – Eels – Souljacker Part 1

Estou eu aqui no meu descanso, como quase sempre, quando me ocorro que era o dia do meu primeiro voto, o dia em que supostamente me torno um adulto com novas responsabilidades e com o direito de votar, igualmente. Isto já foi há alguns dias atrás. Apercebi-me de que seria, para sempre, adulto – oh não, o problema! – e que os “privilégios” de puto ou adolescente estavam, agora, a chegar ao seu final. Não, isto é no gozo, não me importo realmente com isso (com o facto de “já ser” adulto, portanto).

O que vim aqui escrever hoje foi: o facto de não ter vindo escrever nada e sobre a minha realidade.

Não tenho vindo escrever por poucas razões, portanto vou ser simples e directo: adoro escrever e, por isso mesmo, adoptei uma nova (bastante moderna, de facto) forma de escrita: o papel e a caneta, ou lápis – não, não foi isso; depois, o tempo, embora eu não queira, está a esgotar-se, a desaparecer. A rotina é uma coisa aborrecidíssima – a do costume: levantar, comer, tomar duche, trabalhar, chegar a casa cansadíssimo e bla bla bla; depois, são os projectos nos quais estou envolvido, pois são, de momento, 4 websites + renovação do design deste blog. Ou seja: 5 projectos. Estão todos a correr bem, principalmente porque adoro a área onde trabalho, mas estão a roubar-me muito do meu tempo disponível. Por outro lado, as minhas aptidões começam a subir – ahh, nada como a experiência de trabalho.

Daqui a umas horas,  já devo disponibilizar o novo template do how about. Algumas mudanças vão surgir. É esperar para ver.

Há algo que continua sempre a fazer parte do meu dia-a-dia (fora a misteriosa doença que me tem vindo a acompanhar que, por acaso, t não é a Gripe A (H1N1): a música. Portanto vou disponibilizar, como quase sempre, a minha música de hoje:

Eels – Souljacker Part 1

[audio:Eels_Souljacker_Part1.mp3 | autostart=yes]

Não sei porquê, mas a combinar com o tempo de hoje.

PS – adorei esta notícia

O espectáculo da minha vida. Até agora.

Acabado de acordar, pelo meio-dia, levanto-me, ainda meio tonto e alguém me diz “logo à noite vamos ver (bla bla bla – parte da conversa que perdi) com as invenções do Leonardo da Vinci”. Bem, é da Vinci cá em São miguel, vamos a ver! Durante o dia – que foi longo, mesmo acordando tarde, à hora do costume -, foram-se desenvolvendo interesses e situações normais de um quotidiano, mas continuavam a lembrar-me dos planos para a noite de hoje e eu cada vez ficava mais aborrecido. Não gosto que me falem repetidamente do mesmo assunto.

Mais para o fim da tarde, decidi ver o 300. Grande filme, a propósito. Ainda não tinha visto, primeiro porque não tive dinheiro para ir vê-lo ao cinema e, segundo, não achei que fosse filme para se ver em casa. Mas agora que tenho um ecrã grande e um sistema de som jeitoso, decidi ver o filme – também para ocupar um bocado de tempo -, do que não me arrependi.

Chegando-se à hora do jantar e curioso pelo que raio seria aquilo a que iríamos assistir, jantei, obviamente. Passado um (pouco) tempo, lá fomos nós ao dito espectáculo.

As Portas do Mar são mesmo aqui perto, a 3 minutos. Chegando lá, vejo umas luzes ao fundo e um monte de pessoas à sua volta. O entusiasmo começou a subir e fiquei ansioso por lá chegar – para quem não tinha já muita paciência, estava bastante excitado. Fui andando depressa e, quando lá cheguei, deparo-me com isto e muito mais e melhor – mas de noite, o que lhe deu um ambiente muito melhor ainda:

Pipototal - o meu entretenimento de hoje à noite

Fiquei apaixonado, fascinado, colado, mesmo. Adorei, dancei, diverti-me imenso. Coisas destas já cá faziam falta. Acompanhei-os desde o início do percurso ao fim do mesmo e nunca me fartei. As animações são sempre diferentes, a música também. Eles têm um enorme sentido de humor, que me proporcionou umas boas gargalhadas. Parecia que tinha viajado a França. Parecia, até, outro mundo, ou outra época. No fim, houve uma pequena sessão de dança, onde eles fizeram brincadeiras com fogo de artifício e convidaram as pessoas para ir dançar. Convidaram-me a mim, mas recusei, atitude da qual estou muito arrependido agora.

No fim, dei-lhes os parabéns e são todos muito simpáticos. Encontrei a rapariga que me fez o convite e dei-lhe também os parabéns.

Acabou por ser uma das melhores noites da minha vida e, ao contrário de todas as outras, foi curta e acabou cedo. Espero vê-los um dia novamente, seja cá, seja em França, ou em qualquer outro sítio do mundo.

Site

Fica aqui, também, um vídeo deles: